segunda-feira, julho 31, 2006

De novo confundi a borboleta com a folha....

Por quantas vezes eu me vi na estrada
a confundir cristais com diamante...
Às vezes, penso que perdi o instante
do apaixonante sonho de alvorada.
Por quantas vezes vi, sem dizer nada,
o brilho de uma pétala distante...
Não fui ao seu encontro e, sempre errante,
vaguei um verso frio à madrugada.
Juntando pedras falsas e sonetos,
sigo a marcar as curvas do caminho...
E cumpro esse meu canto garimpeiro!
Talvez uma pepita entre os gravetos do tempo,
inda me traga à flor do ninho o encanto
de um brilhante verdadeiro!
Nathan Castro

Te trazer pra cá.....
sentir o sol,
te fazer girar
feito um girassol....

Nenhum comentário: