que mata assim, quase de repente?
Não, a dor de quem não ama é fria morte lenta,
é um afogar-se em degelos glaciais e, dia a dia,
sentir o coração parando aos poucos,
até o ser inteiro se desfazer em transparências.
Ah... mas a alegria de amar é tão diferente!
É mergulhar no riso mais contente,
morder um chocolate que se dissolve na língua,
saborosamente, ora doce, ora amargo, sempre surpreendente!
E mesmo o amor não correspondido é preferível ao inexistente,
pois a dor de não ter a pessoa amada, ainda que seja dor profunda,
desesperada, ao menos mantém a alma quente..."


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