Silvia Anspach C OliveiraNa pele sem que ninguém ensine
escreve-se o romance das estações
é para inquietar no tempoo vôo e sua penugem guardada
entre o colorido da memória das asas
a boca do tempo é sábia na sua risada boa
pascalmudam as estações explosão que incendeia
sem levantar fogo do teu sorriso saem flores
a mão não sabe mas a alma alcança
Verdade...seu sorriso deixa meu mundo encantado.

Cantar é tão doce como o encontro esperado
e demorado num pentagrama,
dois por dois.
Cantar é a clavede sol crescente
em fundo de lua cheia de amor
perfeito pra nós.
Cantar é te ver cantando esperanças
Pra nós dois
Livre, ventura perene, realidade primeira, última,Única. Lótus que cresce e é. muito além dos códigos empoeirados
E da eloquência responsável que consome a alma
Há ser, sem verdades entorpecentes
E medos ancestrais.
Romis Ribeiro
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